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Evolução do RevPAR 2018 da hotelaria no Brasil

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Mario Cezar Nogales é Consultor Hoteleiro e já possui outros seis livros em seu currículo. Foto: Divulgação

Artigo de Mario Cezar Nogales* 

Venho através desse apresentar um comparativo de resultados entre o primeiro quadrimestre de 2018 e o primeiro quadrimestre de 2017. A começar pela cidade de Fortaleza que obteve um crescimento excelente (25% de aumento em seu RevPAR comparado a 2017) impulsionado pelas altas taxa de ocupação do Verão na cidade, assim como a grande procura pelo Carnaval atrelado ao crescimento do numero de eventos de negócios e lazer como também ao incremento do número de vôos no aeroporto internacional Pinto Martins.

Outra cidade que acompanhou esta grande evolução foi Salvador com uma taxa de ocupação 19,56% superior ao ano passado já que obteve um melhor incremento no turismo de negócios atrelado à sua típica ocupação de Verão e Carnaval de rua, também com um bom incremento de vôos internacionais.

Brasília com percentuais acima dos 10% na taxa de ocupação de 2017 ficou em terceiro lugar nesta lista devido ao volume de negócios atrelado aos acontecimentos políticos neste período de governo tampão até as próximas eleições.

Sudeste

São Paulo, como já citado pelo STR Hotel Investor Newsletter, é o principal carro que demonstra a recuperação econômica do país mantendo um crescimento estável acima do PIB e da Inflação, assim como pela gestão da prefeitura que manteve estável a estrutura da cidade com ampliação dos negócios e eventos realizados nela.

Vale também destacar a recuperação de Belo Horizonte que, apesar de sua taxa de ocupação e diária média ainda não estarem de acordo com esta capital ainda assim teve um incremento de 13% em seu RevPAR.

Sul

Porto Alegre demonstra uma boa recuperação com relação ao primeiro quadrimestre do ano anterior impulsionado por eventos esportivos e o turismo de negócios o que fez incrementar seu RevPAR em 12% com uma alta significativa de seu ADR também em 12%.

Norte

Manaus poderia ter tido melhores resultados se não fosse a sua queda na ADR para a média de R$ 156,73 já que teve um incremento na procura com alta de 16% na taxa de ocupação. Esta alta se deve ao maior numero de eventos na cidade assim como a procura típica no turismo de verão.

Vamos aos números

Todos os números refletem a alta ou queda em percentuais no primeiro quadrimestre de 2018 comparado com o mesmo período em 2017.

O quadro abaixo apresenta os resultados de acordo com os números que deveriam ter ocorrido de acordo com os índices econômicos como inflação e o PIB.

A comparação a seguir é relacionada às tarifas convertidas em dólares nos mesmos períodos de 2017 e 2018.

*Mario Cezar Nogales é consultor especializado em hotelaria e autor de sete obras literárias para o trade hoteleiro, saiba mais www.snhotelaria.com.br  

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