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EQUIPOTEL: Tecnologia na governança hoteleira é tema de painel

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Terminou agora à pouco o painel “Tecnologia aplicada a governança hoteleira”, ministrado pela presidente da ABG Nacional – Associação Brasileira de Governantas e Profissionais da Hotelaria, Maria José Dantas, na Ilha do Conhecimento, um dos eventos paralelos da Equipotel São Paulo, evento que termina hoje (17), no Pavilhão de Exposições do Anhembi, na capital paulista.

Em uma abordagem objetiva e concisa, Maria José expôs ao público a importância de se trabalhar sempre com a tecnologia. Durante sua apresentação, a palestrante realizou uma reflexão sobre a importância da qualidade dos serviços prestados e da profissionalização da área de governança a partir da gestão de processos para uma gestão plena de resultados.

A palestrante também falou sobre o desafio de se controlar manualmente os custos no departamento de governança, assim como as perdas que não são perceptíveis. “A tecnologia nos auxilia justamente nessas coisas. Sabemos que é possível controlar os custos da área de governança manualmente, mas isso demanda muito mais tempo, o que não acaba sendo vantajoso para o hoteleiro. Com a tecnologia, processos antes muito burocráticos, acabam sendo otimizados e profissionalizados. Os resultados das inovações tecnológicas reduzem custos e aumentam a qualidade, é um caminho sem volta para a profissionalização do setor, de acordo com a opinião da presidente.”, afirmou.

Ela considera a área de Governança um dos mais importantes departamentos operacionais da estrutura de hospedagem. Com uma demanda de custos expressiva, essa área dispõe de poucos recursos tecnológicos integrados aos RP’s para dar suporte a sua gestão, segundo ela.

Segundo a ABG Nacional, as empresas hoteleiras buscam competitividade, estão interessadas em oferecer serviços de qualidade. Porém, as margens para investimentos em novas ferramentas e treinamentos são muito estreitas. A automação dos processos nas áreas operacionais já traz a vantagem da padronização, logo identificamos a primeira vantagem que é ter padrões de serviços bastante nivelados. Claro que nem todo processo é possível automatizar, mas uma grande quantidade, sim, é possível e suficiente para criar outra referência de controle, melhorar a qualificação das equipes e, por consequência, melhorar a qualidade dos serviços prestados.

De acordo com ela, “A ABG Nacional está defendendo e apoiando o uso de tecnologia no setor de Governança, desde que obedeçam alguns requisitos básicos da área. Todas as ferramentas precisam ser de fácil aplicabilidade, baixo custo e precisam trazer benefícios reais e imediatos às equipes operacionais, quer sejam quantitativos ou qualitativos. Mais importante do que ter ferramentas tecnológicas é ter usuários qualificados para utilizá-las e, claro, saber escolher o que realmente é adequado e agrega valor à área. Nesse processo de melhoria contínua do produto e dos serviços, o maior desafio é a qualificação da mão de obra operacional. Nesse quesito, o setor de governança pode ganhar outra escala de produção e qualidade com o uso de tecnologia”, defende Maria José Dantas.

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