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Conotel 2018: Especialistas abordam fundos para o financiamento do setor

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Alexandre Guerra, do SEBRAE, esteve no Conotel 2018

Direto de Fortaleza (CE) – Esta sexta-feira (18) é o último dia de painéis do Conotel 2018 – Congresso Nacional de Hotéis -, que acontece no Centro de Eventos do Ceará, foi aberto com o tema “Fundos para o Financiamento do Setor Hoteleiro”. O assunto foi abordado por Paulo José Pereira Resende, do FINEP e Alexandre Guerra, do SEBRAE.

Paulo Resende falou sobre sensibilização do setor, em tornar o padrão do setor mais eficiente para cooperação de outros países. “O turismo não é voltado para atrair pessoas para aquele local; mas apresentar uma forma de novo negócio, gerar massa crítica para gerar riqueza”, defendeu.

De acordo com Resende afirmou que o FINEP entende que o turismo é algo essencial para investir, e a tecnologia entra como fator importante para desenvolvimento do negócio. “Devemos pensar em formas de identificação de clientes, plataformas para oferecer serviços – tecnologia como ponto central para sucesso. Queremos um turismo forte, competitivo, capaz de atrair visitantes e com a tecnologia como elemento central”, comentou.

A FINEP é uma financiadora do governo Federal para oferecer crédito acessível para quem fornece tecnologia para o setor hoteleiro. O executivo conta que o objetivo do fundo é que o País seja transformado através da inovação.

“O grande mote do turismo de Fortaleza, por exemplo, é atrair os chineses, americanos e demais estrangeiros. Também quero falar da importância do setor do serviço e internacionalizá-lo. Quando falamos de inovação, dizem que é algo muito distante e difícil de entender. Queremos difundir o acesso a inovação. A empresa que fatura 10 mil ou 100 mil pode  buscar apoio qualificado pelo sucesso” completou.

Paulo José Resende, do FINEP – Empresa Brasileira de Inovação e Pesquisa

Alexandre Guerra, do Sebrae, acrescentou que a entidade quer garantir a questão da competitividade no meio do empreendedorismo brasileiro. “Aportamos 200 milhões de reais, presentes em 23 estados, e firmamos um contrato com o BNDES para aportar mais 100 mil. Efetivamente, os recursos vem do fundo do trabalhador, Congetur (Caixa Econômica Federal) e fundos constitucionais. Mas os recursos mais baratos são os de maior acesso. Os trâmites para pequenos detalhes são muito burocráticos, com questões de garantia e prazos levam mais tempo para conclusão”, pontuou Guerra.

Ele esclareceu também que a hotelaria nao é excessão quando se fala de fundos de investimentos imobiliários, participações e concessões. “Os capitais se tornam fontes interessantes para desenvolvimento do setor”, defendeu.

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