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CNTur participa de grupo de trabalho para apoiar reforma trabalhista

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Reunião do GT de Comunicação da reforma trabalhista criado pela Casa Civil - Foto: Divulgação

O governo federal criou um grupo de trabalho para elaborar e coordenar a estratégia de comunicação para divulgar o lado positivo e os benefícios da reforma trabalhista. E a CNTur – Confederação Nacional do Turismo – participará desse grupo e de todas as ações do governo para tratar desse assunto.

Para discutir e ouvir sugestões sobre como divulgar o tema para a sociedade, o Ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha, reuniu todos os presidentes das confederações patronais, os ministros Ronaldo Nogueira e Marcos Jorge de Lima, do Trabalho e da Indústria, Comércio Exterior e Serviços, respectivamente, além do deputado Rogério Marinho (PSDB-RN), relator da Lei, na última segunda-feira, 31 de julho.

O Presidente da CNTur, Nelson de Abreu Pinto, apoiou a iniciativa e disse que ela é importante e necessária para que a sociedade conheça todas as mudanças que a reforma trabalhista trará. Ele também ressaltou o trabalho das entidades sindicais laborais e patronais. “Os sindicatos, as federações, as confederações e as centrais sindicais estão unidos nesse esforço, na busca de harmonizar os interesses entre capital e trabalho, dentro dos parâmetros do momento atual”, disse.

Nelson de Abreu Pinto afirmou ainda que, infelizmente, no País as confederações estão divididas em duas categorias: as mais antigas e tradicionais da Indústria, Comércio e Agricultura, que administram as arrecadações do Sistema S e que não precisam das arrecadações da contribuição sindical; e as novas confederações, que nasceram dentro da modernidade da diversificação das atividades econômicas, como é o caso da CNTur e de outras que não se sustentam pelo Sistema S. “As novas confederações prestam importante contribuição na relação capital–trabalho, especialmente na harmonização de conflitos no estado democrático de direito, e se sustentam especificamente desse tributo compulsório. Hoje, mesmo obrigatório, apenas 15% das empresas recolhem a contribuição sindical. A não obrigatoriedade do imposto sindical decretará o fim dessas entidades, deixando um vácuo na segurança do direito trabalhista”, explicou.

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