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Cibersegurança na Hospitalidade foi destaque no I Fórum Nacional da Hotelaria

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Os desafios da cibersegurança em hospitalidade foram amplamente abordados nesse painel

Mais um debate moderado por Carlos Raices, do Jornal Valor Econômico complementa a programação do I Fórum Nacional da Hotelaria que acontece hoje (04) no Hotel InterContinental, localizado em São Paulo. Dessa vez, o tema trata sobre “Desafios da cibersegurança em hospitalidade” e quem participa da discussão é a Diretora de Vendas Brasil da unidade de Hospitality da Oracle, Amy Yang Secches, Engenheiro Regional de Vendas e Aplicação da Moxa, Felipe Sabino Costa e o Diretor Executivo da Kaspersky Lab no Brasil, Roberto Rebouças.

Amy Yang Secches: “Hoje em dia, com a internet em alta, a informação é disseminada com maior facilidade”

Amy acredita que as empresas não dão a atenção necessária para a cibersegurança, e que esse investimento é importante para garantir a segurança dos empreendimentos. A ausência disso, pode ocasionar inúmeros prejuízos, como, por exemplo, a perca de dados, roubo de senhas, e a imagem abalada. Hoje em dia, com a internet em alta, a informação é disseminada com maior facilidade, avaliando nesse aspecto, essa característica não favorece momentos negativos como este.

Todos devem estar atentos à segurança, segundo Amy, pois essa é uma questão corporativa e que não só os profissionais de TI devem administrar. Apenas com um clique é possível roubar dados da rede do empreendimento, e, por esse motivo, também, é necessário que a empresa deva ter noção sobre o acesso que cada funcionário tem em suas plataformas, segundo a palestrante. “O aumento da segurança reduz o custo caso a empresa enfrente algum tipo de problema futuro” afirma Amy.

Ela destaca que a Nuvem é uma forma das empresas garantirem ainda mais a segurança de seus dados. Esta, é uma medida de prevenção que ainda não é tão conhecida e que permite o armazenamento de arquivos pela Internet.

Sabino levanta o questionamento “Por que temos falando tanto em cibersegurança?”. Dois grandes motivadores, para ele, são duas coisas em alta: a internet das coisas – Iot – e a Nuvem. Em apenas um ano, houve o aumento de quase 200% de ataques de cibersegurança.

Roberto Rebouças: "
Roberto Rebouças: “o custo anual de crimes de cibernéticos é de 450 bilhões de dólares ao ano”

Segundo Sabino, cibersegurança é baseada em premissas, é interpretativa e o objeto dela é antagônica. Ele afirma que todos devem estar atentos às atualizações, pois a cibersegurança é um processo continuo e não um produto, logo, as pessoas tem papel importante nesse recurso.

Rebouças afirma que o custo anual de crimes de cibernéticos é de 450 bilhões de dólares ao ano e não existe nenhuma área que está imune a esse tipo de ataque. Além disso, destaca que no mercado muitas empresas enfrentam problemas de segurança e que isso, às vezes, pode não estar ligado somente ao TI, afinal, há um contexto para o resultado final.