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Cash Milhas comenta mudanças na aviação civil com novo governo

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Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos

O site Cash Milhas divulgou recentemente um material comentando sobre as mudanças no setor de aviação civil após as mudanças no governo federal. De acordo com a empresa, as mudanças poderão trazer novas perspectivas para a área, de maneira que as mudanças ministeriais, novas regulamentações da ANAC e novas regras para o investimento de capital, podem influenciar significativamente na confiabilidade de companhias e passageiros.

De acordo com o material divulgado, uma das mudanças mais significativas no novo cenário político foi a alteração de status do antigo Ministério da Aviação Civil que passou a integrar o Ministério dos Transportes como secretaria conjunta. A partir de então, a pasta é responsável pelo gerenciamento de transportes em geral, tanto mobilidade urbana quanto portos e aeroportos.

Nomeado por Temer, Mauricio Quintella assume esta pasta e compõe o novo conselho do Programa de Parceria e Investimento (PPI), criado para substituir o antigo Programa de Investimento em Logística (PIL) lançado no governo Dilma. Assim como o antigo PIL, o programa visa atrair investimentos em obras de infraestrutura, porém seu principal diferencial é que sua supervisão será feita pelo próprio Planalto, incluindo Temer, Quintella e outros ministros de áreas estratégicas. A escolha dos projetos passará pela análise do seu impacto sob a economia e geração de empregos no país. Num contexto geral, a grande diferença é o interesse do governo interino em obter capital privado.

De acordo com Francisco Lobo, especialista da Cash Milhas, “O aumento de capital estrangeiro no setor aeroviário poderá aumentar o crescimento dos aeroportos, agilizar a concessão de novos terminais e aumentar a oferta de assentos e voos disponíveis, consequentemente reduzindo o custo das passagens para o consumidor”. Da mesma forma, a ANAC também visa medidas que atraiam as companhias estrangeiras para o mercado nacional, através da adequação das regras para padrões internacionais. Polêmicas, as medidas já despertam reclamações por parte dos órgãos de defesa do consumidor e associações como a Proteste.

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