HOME Matérias Aconteceu Carlos Alberto Sardenberg palestra no 4º Fórum de Formação em Compras Accor

Carlos Alberto Sardenberg palestra no 4º Fórum de Formação em Compras Accor

1
0
SHARE

Terminou agora à pouco a última palestra do 4º Fórum de Formação em Compras da Accor, evento que ocorre no Novotel Center Norte, na capital paulista. O jornalista Carlos Alberto Sardenberg ministrou o painel “Brasil, como chegamos até aqui. Como Voltar a Crescer”.

No início do painel o jornalista comentou sobre o desenvolvimento econômico do Brasil ao longo dos anos e que hoje chegou a um impasse de economia com crescimento baixo e inflação alta. “Nós alcançamos essa proeza negativa, hoje o Brasil é um país diferente, pois contem uma estrutura econômica capaz de intervir mudanças econômicas em prazos curtos. Ao longo dos últimos 20 anos construímos um sistema macro econômico que permanece funcionando até hoje”, comentou.

O período de construção do real foi introduzido ao longo do tempo, com a construção de institutos e leis para a moeda, onde o Brasil passou por várias reformas desde 1994, com a criação do plano real. Dentre as reformas como as virtudes da estabilidade, com regime de metas de inflação com o Banco Central independente; responsabilidade fiscal; cambio flutuante; privatizações – reforma do sistema financeiro; reformas microeconômicas; e programas sociais/salário mínimo (desde 1995).

De acordo com Sardenberg, o Brasil hoje vive uma realidade totalmente do que há vinte anos atrás, onde o crédito para veículos gira em torno de R$ 186 bilhões e R$ 330 milhões para casa. “O que notamos é que o crescimento da economia brasileira veio embalado pelo crescimento da China. Costumo dizer que a China caiu do céu, pois com sua política econômica socialista de mercado beneficiou muitos países emergentes como o Brasil, pois ela fez circular no mundo muitos produtos industrializados de baixo custo, que fez com que se elevasse a demanda por alimentos e comodities. Hoje, a China desacelerou seu crescimento, onde antigamente eram de 12%, hoje a estimativa é de 7%. É possível corrigirmos a economia brasileira, cortando gastos públicos, diminuindo a inflação, e atraindo mais investimentos”, comentou.

SHARE

DEIXE UMA RESPOSTA

Please enter your comment!
Please enter your name here


CAPTCHA Image
Reload Image