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Brasileiros aceitariam receber salários mais baixos, se pudessem viajar mais a negócios

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Esta pesquisa identifica que 46% dos entrevistados mundiais dizendo que vão viajar mais a negócios em 2017 em comparação a 2016 - Foto - Divulgação - Booking

A Booking.com acaba de divulgar uma pesquisa revelando que 75% dos brasileiros gostariam de aproveitar a visita a um novo local para fazer a maior quantidade possível de atividades, e 60% deles acreditam que vão viajar mais a negócios em 2017. Esta pesquisa revela que os brasileiros preferem novas experiências do que benefícios trabalhistas tradicionais, estreitando a linha que divide trabalho e lazer.

Realizado pela Booking.com para Empresas, líder global em conectar viajantes de negócios com a maior variedade de lugares para ficar, o levantamento mostra que 43% dos viajantes de negócios aceitariam receber um salário menor, caso isso significasse um aumento no número de viagens a trabalho. Esse resultado reforça a tendência de que viagens corporativas podem ser consideradas um diferencial para um funcionário no país, assim como uma motivação extra e uma ferramenta para retenção de talentos.

A pesquisa também aponta que quase metade dos viajantes corporativos brasileiros (44%) estenderam suas viagens de negócios para outro país ou cidade nos últimos 12 meses, com 40% desse grupo apontando que querem fazer a mesma coisa em 2017.

A Booking.com para Empresas acredita que essa tendência seguirá forte neste ano, com 46% dos entrevistados mundiais dizendo que vão viajar mais a negócios em 2017 em comparação a 2016. “Viagens de negócios não são mais vistas como um inconveniente ou perda de tempo, mas sim, como uma oportunidade para expandir os horizontes, encontrar inspiração e fazer progressos na carreira. Atualmente, os funcionários estão cada vez mais conectados em suas viagens, visando um equilíbrio cada vez maior entre negócios e lazer – uma tendência conhecida como bleisure. Dessa forma, eles esperam que seus patrões estejam alinhados com as suas necessidades de flexibilidade e se encontram dispostos a negociar seus salários”, afirma Ripsy Bandourian, Diretor de Desenvolvimento de Produto da Booking.com.

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