Bem-estar do viajante é tema de debate na ABAV Expo

Bem-estar do viajante é tema de debate na ABAV Expo

Arena Tecnologia lotada foi palco de mesa redonda que discutiu o tema no Congresso ABAV de Turismo

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Debate aconteceu na Vila do Saber, espaço destinado para apresentações e mesas redondas Imagem: Divulgação

A Vila do Saber, espaço reservado da ABAV Expo para palestras, painéis e mesas redondas, foi palco do debate sobre “Tendência em gestão de viagens corporativas”. Moderado pelo Presidente da ABAV Nacional, Edmar Bull, a mesa redonda contou com participações de Rubens Schwartzmann, Presidente do Conselho de Administração da Abracorp; Augusto Cruz, Diretor de Tecnologia da Informação da Suzano Papel e Celulose e Sidney Lima Filho, Diretor de Negócios Corporativos do Reserve, como debatedores.

Automatização de processos e atenção ao bem-estar do viajante marcaram as argumentações acerca do tema. Augusto Cruz cita os focos da sua empresa com relação ao bem-estar do viajante. “A Suzano tem buscado focar na conectividade, conveniência e bem-estar do viajante, sempre na perspectiva de simplificação de processos, disse. O diretor também acrescentou que a tendência de que as viagens corporativas sejam analisadas sob aspectos mais qualitativos do que quantitativos. “A experiência tem mostrado que as viagens são, antes de tudo, oportunidade para as pessoas terem contato humano e presencial, a despeito de todas as facilidades do mundo digital”, concluiu.

Saga System´s

Para Rubens Schwartzmann, comenta que um funcionário feliz contribui para a proposta do ‘foco no viajante’. “Cada vez mais as empresas vêm adotando o conceito de ‘Traveller Centricity’ – ou ‘foco no viajante’. Percebeu-se que o funcionário feliz é muito mais produtivo. Nosso papel, enquanto dirigentes de TMCs, é proporcionar o equilíbrio entre o bem-estar do viajante e a boa gestão de despesas dos clientes”, justificou.

Sidney Lima Filho, destaca o novo modelo de automatização completa e a mudança na cultura. “A gestão de viagens corporativas passa mais por uma mudança de cultura do que de sistema. O ponto de chegada é a automatização completa. A padronização de processos nas companhias aéreas é uma etapa importante. É preciso criar um bom alicerce no ambiente corporativo, para se introduzir um processo gradual de mudanças”. O diretor ainda acrescenta que todo o processo de mudanças, como foco nas viagens corporativas, deve ocorrer de baixo para cima. Do contrário, não se muda a cultura.

Para finalizar, Edmar Bull dá exemplo vivo de mudança de cultura. “Estamos aqui, na Vila do Saber, experimentando a inovação propiciada pelo sistema ‘noiseless’ (sem ruído), onde nós discutimos, produzimos um debate sem a limitação de paredes. Somos percebidos pelo público passante e isso não atrapalha o nosso trabalho”, completou.

Kaba do Brasil
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